a diferença sensível ou distante de dizer e o que queria que fosse entendido, a relativa distância do ângulo da curva se sob certa velocidade ou outra, a compreensão exata do local onde está por palavras ao vento, as inclinações do tempo em seu estado natural ou induzido. bem, antes de tudo me sinto assim, assim. o que siginifica estar bem e a sua relatividade entre outros seria outro assunto, mas em tantas vezes este caminho, muitas vezes era sempre o mesmo e ainda me pergunto as mesmas coisas: como seria se fosse, como será ser for ou mesmo como sou? qual o mérito do que não existe ou qual o sentido inovador da repetição? se já lemos todo o dicionário, qual o motivo do comedimento na expressão? ou como se perde os que vivem a falar sem sentido, descarta e desgasta como cartas, as palavras? como viver em um mundo dinâmico, se o tempo é 'único e' linear, se posso estar em apenas um ponto no espaço de cada vez, se só tenho um corpo, um voto, uma vida? ..perguntas não me deixam dormir, mas tudo bem, passeio lá fora, descarrego o fardo, volto a dormir e já me sinto muito bem em perguntar. há quem não pergunta, ninguém responde mesmo e não há resposta. talvez um dia subverta, mas hoje não. tantos planos, não sei se é bom ou mal, mas olho para trás e ninguém me segue. já não tenho férias há 15 meses, meus pés andaram muito e preciso adaptar meus velhos sapatos aos novos caminhos e há brechas que deixaram para trás.. bem, e ainda é possível respirar indiscreto e gritar devaneios: o mundo é aquilo que eu vejo, o que não vejo, o invisível e o que não há palavras ainda.
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana