des pe da çan do s i l ê n c i o. jun tan do cacosdevidro. tanto desperdício, pouca atenção. de dia talvez, um dia. sempre sobra um pedaço de futuro das cabeças que não descem do céu. não precisa ser assim tão normal. as estrelas em sonhos entre os versos de uma história. sem fim. ter o céu sem poder me tocar. tanta coisa pra dizer depois (do fim?). ou seja nada a ver. sou eu, não. não sou eu, não. não sei. não sou eu sei. não sou eu sim. não sei, não sei. não sou eu, não. não sou eu. não sou eu. fim. não precisava ser assim tão perdido, soltando versos pelo chão distraído, entre os passos de silêncio, o caminho. mas até que eu me sin_to bem as_sim.
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana