13.3.08

o fim-da-história que justificam os meios: a crise do poema. histórico do inconstante. utópico transcedente, elevada essência desconhecida, prece militante entre as grades de uma pauta, dissidência da arquitetura siliconada, contra o falso equilíbrio do centro. entregues ás traças das entrelinhas, dispersos sobre as margens de um verso sem graça. mais distorção na melodia transcrita, subversão dos primeiros passos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana