4.7.11
Quando se fala em arte da prolixidade o melhor que temos a fazer é refletirmos em cada um de nós o que pode significar algo que pode não significar nada, ou não. E quando se fala de não com algo que já não era, este não passa a ser um sim, ou um não. Depende do que se fala. Como por exemplo, podemos falar sobre a arte da prolixidade sem falar nada sobre a arte da prolixidade e apenas enquanto estiver falando sobre algo que realmente não sabe do que está falando na verdade você está falando sobre o que você não está falando. Entretanto, só de falar algo você estará dizendo algum significado, a não ser que você esteja falando de algo que não significa nada, ou não? Quando se fala em arte da prolixidade o melhor a fazer é refletir sobre oq significa algo q não significa nada, ou não. E quando se fala de não com algo que já não era, este passa a ser um sim, ou não.Depende do q se fala. Por exemplo, podemos falar sobre a arte da prolixidade enquanto estiver falando sobre algo que realmente não sabe do que está falando na verdade você está falando sobre o que você não está falando. só de falar algo que você poderia falar, você ao mesmo tempo estará dizendo algum significado, a não ser que você esteja falando de algo que não significa nada. Pois alguma coisa que significa nada pode significar nada do mesmo jeito para quem vê significado em tudo. Ora, se tudo é tudo e nada é nada, também nada pode ser algo que também é tudo, então: tudo pode ser nada e nada ser tudo. Assim sucessivamente e vice-versa, ou não. Aliás, neste momento em que todas as teorias caem em paradigmas assistemáticos, resta-nos duvidar de todas as questões interrogadas a não ser que a certeza de uma afirmativa que possa negar o que nunca se questionou em existir ou não possa ser o que nunca foi antes que talvez nunca será.
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana