9.10.07

sou finito, moro em um tempo-espaço, vivo. converso comigo e com os amigos. penso muito, penso que penso e também penso em nada. sinto saudade de quase tudo que conhecí, das pessoas que eu sei que eu falei e dos lugares. estive, vivo, tanta coisa e mais. antes assim, isso, do que não ter. mas porque um só lugar de cada vez? por que, eu, apenas um? nada não, só divagação.. pense nisto, se lembrar, não esqueça

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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana