.. a julgar pela despedida parece longe, nem tanto assim, o tempo de um sono ou nove horas daqui. eternidade pra quem vive, abraçando o mundo. happiendings, há volta! sim, assim, nem sei - e eu acordado, esquecí, me lembro .. e saudade, lembro : banzo, a febre de ontem. nostalgia da modernidade, um amor pro futuro. fora o deserto lá fora, noites mal dormidas, poltrona torta me dói as costas, aqui deste lado. um copo, sem espuma e nostalgia, assim, tudo ao normal: em brasília dezessete horas. previsível fim dos tempos e nada a ver. corações e mentes os que cabem em um sonho, contando histórias de fugir de casa na cabeceira da cama pra dormir, com olhos querendo falar, sonham voltando pra suas casas num final previsível não se faz mais modernidade como antigamente. lá vai e lá vem, carros na rua sabem bem o que querem, as pessoas na calçada, eu sei, todos à galope na carroça da humanidade e o bem sempre vence no final!
10.10.07
.. a julgar pela despedida parece longe, nem tanto assim, o tempo de um sono ou nove horas daqui. eternidade pra quem vive, abraçando o mundo. happiendings, há volta! sim, assim, nem sei - e eu acordado, esquecí, me lembro .. e saudade, lembro : banzo, a febre de ontem. nostalgia da modernidade, um amor pro futuro. fora o deserto lá fora, noites mal dormidas, poltrona torta me dói as costas, aqui deste lado. um copo, sem espuma e nostalgia, assim, tudo ao normal: em brasília dezessete horas. previsível fim dos tempos e nada a ver. corações e mentes os que cabem em um sonho, contando histórias de fugir de casa na cabeceira da cama pra dormir, com olhos querendo falar, sonham voltando pra suas casas num final previsível não se faz mais modernidade como antigamente. lá vai e lá vem, carros na rua sabem bem o que querem, as pessoas na calçada, eu sei, todos à galope na carroça da humanidade e o bem sempre vence no final!
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana