9.10.07

hum, hum, hum, hum.
dois, dois, hum.
dois, dois, hum.


em um compasso de três quartos
como uma valsa pra dançar
(primeiros passos de volta)

como quem diz com graça
é hora de acordar

e só mais um pouco de sono
balbuciando:

hum, hum, hum, hum.
dois, dois, hum.
dois, dois, hum.
hum, hum, hum, hum.
dois, dois, hum.
dois, dois, hum.




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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana