há muito tempo queria escrever, faltava tempo e palavras, muito embora tempo e palavras no final das contas sejam quase a mesma coisa se com o tempo a expressão em palavras e as palavras com o tempo passa. mas também nem tudo precisa mesmo ser dito, demorei aprender estas coisas sem nome como quem vai pescar mas não é peixe, coisas que nem eu mesmo sei como aprendí, talvez com o silêncio da estrada a distância que eu estava ás véspera da chuva, há momentos em que qualquer um em algum momento vai se encotrar sozinho por mais que diga que não quase todos nós somos quase iguais em muitas coisas a exceção fica por conta das diferenças como o próprio nome diz. ás vezes temo escrever um livro, temo precisar de mais de duzentas páginas para dizer alguma coisa e por mais que pensem o contrário ainda assim o que pensam não era isso que eu quiz dizer. eu não aprendí a ser você, talvez hoje eu até já esquecí que tinha de ser o que eu sonhava, mas provavelmente realizei meus sonhos, mas provavelmente procuro outros sonhos para alcançar. sonhos e nuvens duram pouco mas sabem muito bem a que vieram e falam com as pedras. por isso o contrário de nós é agente mesmo e não há muita coisa pra dizer se o que eu mais queria ouvir era mesmo a sua voz.
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana