
.. e só de ouvir suas palavras sei que meus cabelos vão cair menos este mês. faz tempo que não tomo refrigerante, dizem que faz mal, ainda bem que prefiro cerveja.
sozinho na estrada deserta, mas não é só isso. surge alguém, pergunta e se o máximo que posso dizer é sobre mim mesmo e não gosto de falar de mim, pra mim não tem graça. eis uma questão; eu não me pintaria em um quadro pela qual eu não imaginaria os limites do esquadro.
o primeiro sentido, o que não se fala. o máximo sobre a carne para o lobo. talvez uma respiração próxima quando mais olfato do que vento no rosto, deixa os garfos de lado e agora faro como quem quer um gosto que não é comida, uma fome que não é na barriga, um vazio cheio de si mesmo, chama que arde sem se ver. um começo, pelo ar. talvez muito mais. muito mais sem saber e sem mudar de nome. mas não saberia dizer tudo, pelo menos não aqui, não agora. não penso nestes termos e não me leve a mal. este legado não se aprende.
.. ou não me pintaria em um quadro porque não imagino os limites do esquadro, nem as cores entenderiam minha razão sem limites.
sozinho na estrada deserta, mas não é só isso. surge alguém, pergunta e se o máximo que posso dizer é sobre mim mesmo e não gosto de falar de mim, pra mim não tem graça. eis uma questão; eu não me pintaria em um quadro pela qual eu não imaginaria os limites do esquadro.
o primeiro sentido, o que não se fala. o máximo sobre a carne para o lobo. talvez uma respiração próxima quando mais olfato do que vento no rosto, deixa os garfos de lado e agora faro como quem quer um gosto que não é comida, uma fome que não é na barriga, um vazio cheio de si mesmo, chama que arde sem se ver. um começo, pelo ar. talvez muito mais. muito mais sem saber e sem mudar de nome. mas não saberia dizer tudo, pelo menos não aqui, não agora. não penso nestes termos e não me leve a mal. este legado não se aprende.
.. ou não me pintaria em um quadro porque não imagino os limites do esquadro, nem as cores entenderiam minha razão sem limites.
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana