11.4.11

O meio do caminho entre a finitude existencial e o tempo perdido que passou.

Tão sério é tentar sorrir e o quanto hoje eu tentaria uma canção de dormir.

Amanhã quem sabe, a sorte do amor displicente e o destino de uma flecha.

Viver não é tão mal assim, iremos a lugar nenhum por todos os dias do ano.

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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana