6.4.11

meus trinta e uns minha voz não mais se adapata às minhas canções antigas/ prefiro mendigar o futuro/ do que estar no trono do passado/ estou certo que estou muito vivo/ café, cinema, passagem, telefone e violão/

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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana