sim #1
a estrada se faz ao caminhar
o primeiro passo era o mais difícil do destino
agora é só seguir o caminho
28.4.11
27.4.11
26.4.11
Ser ou não ser eis a questão.
Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angústias –
E, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer – dormir –
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa.
Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,
As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei,
A prepotência do mando, e o achincalho
Que o mérito paciente recebe dos inúteis,
Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso
Com um simples punhal? Quem agüentaria fardos,
Gemendo e suando numa vida servil,
Senão porque o terror de alguma coisa após a morte –
O país não descoberto, de cujos confins
Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade,
Nos faz preferir e suportar os males que já temos,
A fugirmos pra outros que desconhecemos?
E assim a reflexão faz todos nós covardes.
E assim o matiz natural da decisão
Se transforma no doentio pálido do pensamento.
E empreitadas de vigor e coragem,
Refletidas demais, saem de seu caminho
Perdem o nome de ação. (Vê Ofélia rezando.)
Mas, devagar, agora!
A bela Ofélia!
(Para Ofélia.) Ninfa, em tuas orações
Sejam lembrados todos os meus pecados.
Hamlet, de Willian shakespeare
Será mais nobre sofrer na alma
Pedradas e flechadas do destino feroz
Ou pegar em armas contra o mar de angústias –
E, combatendo-o, dar-lhe fim? Morrer; dormir;
Só isso. E com o sono – dizem – extinguir
Dores do coração e as mil mazelas naturais
A que a carne é sujeita; eis uma consumação
Ardentemente desejável. Morrer – dormir –
Dormir! Talvez sonhar. Aí está o obstáculo!
Os sonhos que hão de vir no sono da morte
Quando tivermos escapado ao tumulto vital
Nos obrigam a hesitar: e é essa reflexão
Que dá à desventura uma vida tão longa.
Pois quem suportaria o açoite e os insultos do mundo,
A afronta do opressor, o desdém do orgulhoso,
As pontadas do amor humilhado, as delongas da lei,
A prepotência do mando, e o achincalho
Que o mérito paciente recebe dos inúteis,
Podendo, ele próprio, encontrar seu repouso
Com um simples punhal? Quem agüentaria fardos,
Gemendo e suando numa vida servil,
Senão porque o terror de alguma coisa após a morte –
O país não descoberto, de cujos confins
Jamais voltou nenhum viajante – nos confunde a vontade,
Nos faz preferir e suportar os males que já temos,
A fugirmos pra outros que desconhecemos?
E assim a reflexão faz todos nós covardes.
E assim o matiz natural da decisão
Se transforma no doentio pálido do pensamento.
E empreitadas de vigor e coragem,
Refletidas demais, saem de seu caminho
Perdem o nome de ação. (Vê Ofélia rezando.)
Mas, devagar, agora!
A bela Ofélia!
(Para Ofélia.) Ninfa, em tuas orações
Sejam lembrados todos os meus pecados.
Hamlet, de Willian shakespeare
boa noite querida #1
é a flor morrendo nas mãos do poeta,
é o índio vendo espelho quebrado,
é a tatuagem malfeita deitada na rua,
é o fim da canção na ultima nota,
é o descompasso certeiro de quem
não tem tempo de esperar o refrão.. e
é o erro do vencedor que antes foi fraco
não era o cogumelo nascendo no meio do cocô
dela dança asa do casulo concebeu no ar
é o beijo de despedida de quando é o começo
é o último beijo de quando não começou
é a primeira chance após uma noite perdida
Era sol nascendo na primavera de uma flor.
Merda, não era pra rimar, mas não rimou, então #foda-se.
Boa noite querida, era pra ser somente uma canção de amor.
é a flor morrendo nas mãos do poeta,
é o índio vendo espelho quebrado,
é a tatuagem malfeita deitada na rua,
é o fim da canção na ultima nota,
é o descompasso certeiro de quem
não tem tempo de esperar o refrão.. e
é o erro do vencedor que antes foi fraco
não era o cogumelo nascendo no meio do cocô
dela dança asa do casulo concebeu no ar
é o beijo de despedida de quando é o começo
é o último beijo de quando não começou
é a primeira chance após uma noite perdida
Era sol nascendo na primavera de uma flor.
Merda, não era pra rimar, mas não rimou, então #foda-se.
Boa noite querida, era pra ser somente uma canção de amor.
25.4.11
Não tem refrão #1
Não tem páscoa, não tem coelhinho, não tem refrão, não tem refrão!
Tem uma corda que está desafinada nestes acordes dissonantes
ou a dissonância pode ser a próxima conquista da pós-melodia?
Minhas músicas são meus poemas mais fracos e mais alienados.
Porque a letra vem reprimida pelo tempo entre as notas, ridículo.
esta é a letra que vem depois do refrão e alguns riffs de violão.
as letras de rock são feitas da mesma maneira que se faz salsicha
se todos soubessem como se faz salsichas ninguém as comeria mais
se todos soubessem como são feitas as músicas ouviriam mais nada
bem vindo à terra, querida. espero que a viagem não tenha sido cansativa
HOT DOG BLUES e o desafio à pseudo-modernidade não têm pressa para o futuro
Não tem páscoa, não tem coelhinho, não tem refrão, não tem refrão!
Tem uma corda que está desafinada nestes acordes dissonantes
ou a dissonância pode ser a próxima conquista da pós-melodia?
Minhas músicas são meus poemas mais fracos e mais alienados.
Porque a letra vem reprimida pelo tempo entre as notas, ridículo.
esta é a letra que vem depois do refrão e alguns riffs de violão.
as letras de rock são feitas da mesma maneira que se faz salsicha
se todos soubessem como se faz salsichas ninguém as comeria mais
se todos soubessem como são feitas as músicas ouviriam mais nada
bem vindo à terra, querida. espero que a viagem não tenha sido cansativa
HOT DOG BLUES e o desafio à pseudo-modernidade não têm pressa para o futuro
24.4.11
Nesta vida
Nesta vida não se ganha nem se perde
Neste mundo o direito de errar
Vai dizer que
Quando o sol nasce lá em casa
É saudade, é o novo, é outro lugar
Podes crer que
Seu caminho leva a nada
você me leva pra casa
E é tão fácil caminhar
E caminhando eu descubro outros caminhos
Perdido sem um pouco de atenção
Vai dizer que
Quando o sol nasce lá em casa
É saudade, é o novo, é outro lugar
Podes crer que
Seu caminho leva a nada
você me leva pra casa
E é tão fácil caminhar
Nesta vida não se ganha nem se perde
Neste mundo o direito de errar
Vai dizer que
Quando o sol nasce lá em casa
É saudade, é o novo, é outro lugar
Podes crer que
Seu caminho leva a nada
você me leva pra casa
E é tão fácil caminhar
E caminhando eu descubro outros caminhos
Perdido sem um pouco de atenção
Vai dizer que
Quando o sol nasce lá em casa
É saudade, é o novo, é outro lugar
Podes crer que
Seu caminho leva a nada
você me leva pra casa
E é tão fácil caminhar
22.4.11
19.4.11

2005 Do rio Gorutuba, passando pelo Mosquito e chegando ao Serra Branca seguindo o trilho do "trem de ferro". No cruzamento em Tamanduá vire à esquerda, menos de uma légua e você verá a montanha do Andaraí. De Janaúba à Pai Pedro, passando por Tocandira, quilombos e comunidades onde não havia caminhos e ainda não há.
16.4.11
Davi x Golias assim como os cometas era a minha esperança naquela manhã. tal a possibilidade de um meteorito visitar lá em casa eram minhas chances contra um destino certeiro. a estreita relação do caçador e sua caça faz com que ambos possam se confundir entre a mão que segura a vara e a boca que vai morder a isca passam a ser os mesmos elementos de uma passagem. tal qual foi aquela pedra que acertara a cabeça do soldado Golias. uma pequena pedra e que esta ainda não doeu. uma pequena pedra em forma de nuvem atinge o céfalo do gladiador entre risadas irônicas de uma sociedade sistematicamente anestesiada pela indiferença e constrangimentos existenciais
a sandália já havia perdido parte da sola e o pé agora pisava direto ao chão, podia sentir o cheiro de carniça daqui. jogam para os caminhantes o que os seus cães já não querem mais. e sujeira vinha da alma, a maioria das pessoas carregava um peso existencial e uma constante rivalidade pela vida como se o extinto tomasse totalmente conta dos pensamentos mais elementares, um anão esfregando botas com um pano molhado, um cego tocando uma sanfona furada e uma cigana de cabelos pretos aproveitava a exuberância de seus seios para tomar mais alguns goles do vinho a mais que eles serviam sem deixar perceber que só estava alí. todas as manhãs demoravam começar, esperava há dias por isso, tanto pacientemente quanto impacientemente já havia passado por vários sentimentos e mudara de opinião muitas vezes de uma paisagem para a outra. o pior daqui é que a sede parece sedar parte da revolta que naturalmente teríamos de viver em um lugar assim.
entende que não te entendo?? não ligarei para os sinais do céu até que não venham me buscar. afinal estamos todos em um outro planeta ancestral. nuvem, piano e suco de limão. não direi seu nome até eu acordar de fato e não lhe pedirei uma colher de açucar emprestado pela janela da calçada. não consigo atravessar a rua do pensamento. entende que eu não te entendo? eu não entendo o porque não entendo e não consigo entender o que não consigo entender. para sempre talvez. foi
15.4.11
14.4.11
ENFIM, NADA AINDA.. discoteca do fim do mundo apresenta super trash e os junk lovers no país dos muros dos mesmos lados, uma volta sobre sua cabeça ontem e hoje só pra dizer que é cult e underground. frases sem sentido dão um tom universal à obra ou apenas confundem o leitor? tudo bem, pode ser, quando tanto faz. Tanto faz ter algo o sentido ou não, o sentido é também relativo a quem/ser_humano/erros/normal/amanhã_outro_dia, que/outro/maquina/ego/ metal/$, enfim. Tudo e nada fazem sentido ou não. / por outro lado; Não faz sentido o misto ter um tipo de carne e um queijo lado a lado.." pq? "Ora: um é da vaca e o outro de leite!!!!" "São duas gerações sendo comidas juntas!" ou não"". hum, tudo bem a história é idiota mesmo. Mas serve para conversar no elevador. Pense, nisso; ou melhor, não pense nisso! Esqueça, vá dormir. A revolução dos tímidos não está acabada pq nunca começou. Você não esperava este texto tão experimentalista e psicodélico de nossa parte, mas confesso que nem eu, afinal esta é ainda a primeira cerveja. Obrigado, ou não! E, lembre-se: Não esqueça de sempre se esquecer de tudo e para sempre talvez. Enfim, nada.
ao vento e entre tantos versos ..ao caso que seria, queria te falar um dia assim, nada sério e talvez em dia de sol te ver contente todos os dias. Se quando disse; entre os passos da imaginação e nem tudo é tão impossível assim, nada parou de viver ao nosso lado desde que nós estamos tentando entender quem realmente somos juntos por algum tempo e nada se espera de tudo que se transforma. Ainda bem, afinal, moramos no mesmo planeta e talvez seja por isso que eu te vejo, amor, bom dia, amanhã cedo!
ENFIM, NADA AINDA.. discoteca do fim do mundo apresenta super trash e os junk lovers no país dos muros dos mesmos lados, uma volta sobre sua cabeça ontem e hoje só pra dizer que é cult e underground. frases sem sentido dão um tom universal à obra ou apenas confundem o leitor? tudo bem, pode ser, quando tanto faz. Tanto faz ter algo o sentido ou não, o sentido é também relativo a quem/ser_humano/erros/normal/amanhã_outro_dia, que/outro/maquina/ego/ metal/$, enfim. Tudo e nada fazem sentido ou não. / por outro lado; Não faz sentido o misto ter um tipo de carne e um queijo lado a lado.." pq? "Ora: um é da vaca e o outro de leite!!!!" "São duas gerações sendo comidas juntas!" ou não"". hum, tudo bem a história é idiota mesmo. Mas serve para conversar no elevador. Pense, nisso; ou melhor, não pense nisso! Esqueça, vá dormir. A revolução dos tímidos não está acabada pq nunca começou. Você não esperava este texto tão experimentalista e psicodélico de nossa parte, mas confesso que nem eu, afinal esta é ainda a primeira cerveja. Obrigado, ou não! E, lembre-se: Não esqueça de sempre se esquecer de tudo e para sempre talvez. Enfim, nada.
Amanhã talvez #1 Ainda tenho todos os dentes na boca. Por isso sou feliz? Talvez sim, mas apenas talvez. Talvez pode também ser não. Não só por isso, mas também. Por falar em não falar nada. Hoje ví um arco-iris, mas não pude levá-lo pra casa, era muito grande, do tamanho do meu coração. Tenho 30 anos e ainda muitos dias de sol lá fora, mas no momento o dia se foi. Tudo bem, eu espero até amanhã e amanhã e amanhã..
13.4.11
12.4.11
11.4.11
sim Se pra mim todo mundo é outro, pra todo mundo o outro sou eu? Se pra nós todo mundo é louco, no caos do fim quem nós somos? É tão fácil imaginar o impossível, cores que se mostram no jardim e a total falta de ar nas calçadas. Entre os passos da imaginação e nem tudo é tão impossível assim. jardim e macarrão instantâneo, tudo é tão simples quanto o sim.
O meio do caminho entre a finitude existencial e o tempo perdido que passou.
Tão sério é tentar sorrir e o quanto hoje eu tentaria uma canção de dormir.
Amanhã quem sabe, a sorte do amor displicente e o destino de uma flecha.
Viver não é tão mal assim, iremos a lugar nenhum por todos os dias do ano.
10.4.11
9.4.11
a revolução dos tímidos é a história dos perdedores é uma revolução que já nasceu morta. o sonho da revolta dos fracos será sempre a mais pura viagem utópica pra dentro de nós mesmos e integrados todos para dentro de onde estamos e então é tudo natural. (Diz: ahhh vc ta falando de brincadeira esse discurso seu de revolução entao é apenas uma coisa que tem mais haver com a palavra grega ego de mim para mi mesmo?) Mas isso que vc está citando é também a base da filosofia rastafari que está muito mais perto de nós, os maias e os astecas do que Atenas. tento acreditar que sim. não pensei tão grande assim, não pensei vou fazer isso, apenas fiz. mas faz sentido se pensássemos mais e não só eu pensar. então é coletivo, a revolução dos tímidos está em todo lugar. há muitos muros cercados para as armas diretas, a modernidade agora é transversal às linealidade do pensamento ocidental, é a única forma de passar a mensagem para os que virão depois que formos. e sendo humanos, erraremos sempre e não adianta muito o que disseremos ou pensamos. se somos alguns pingos no mapa do oceano e alguns zeros à esquerda nas estatísticas demográficas. seremos nada. somos errantes don quixotes caminhando à esmo pelo nada. perdemos a guerra. seremos bobos da corte ou morreremos. estamos vivos, logo somos os palhaços da sociedade e jogaremos algumas mensagens dentro de uma garafa ao mar.. perdemos o contato com a civilização. todas os esforços da revolução dos tímidos de entrar em contato com o mundo ocidental foram fracassadas. a mensagem que recebemos deles é o fato do blogspot não está mais diagramando os textos. então, se não consigo empilhar as palavras não poderemos fazer poesia. do nada ao nada. a revolução dos tímidos não irá à lugar nenhum. pronto falamos. planeta terra, século xxi . talvez.
pois é voltando à revolução dos timidos eu disse que não ia chegar em lugar algum.. mas ela também não irá se calar, pois ela já foi calada há muito tempo.. a revolução dos tímidos é a história dos perdedores, é uma revolução que já nasceu morta. viagem utópica pra dentro de nós mesmos e parecido com o que se pode dizer de ironia do destino em uma tarde de sol de um dia comum..
penso que logo existo. devaneios sobre o fim do mundo e lá vai passando o meu coração amarrado em um balão. os possíveis destinos da chuva e a anti-matéria não podem explicar. apenas mais uma canção de amor que eu esqueci e racunhando displicente o desenho das nuvens, antes de acabar o desenho já era outra nuvem. quando falamos de fim de século, para as estrelas é o fim de semana. mas mesmo assim, ainda penso que existo.
7.4.11
6.4.11
5.4.11
4.4.11
Discoteca Mundo Livre {DML}: Berimbau do Hermano
Discoteca Mundo Livre {DML}: Berimbau do Hermano: " Discoteca aberta O mais baiano dos argentinos, Discípulo do Naná Vasconcelos, apaixonado pelo samba-reggae, criador inquieto..."
A revolução dos tímidos não chegará a lugar algum. O sistema enquadra os cérebros selecionando aqueles mesmos que sempre estiveram LÁ. Nosso recente século é marcado por insurreições e mudanças por atacado e excessivamente integrados. Todos em um fluxo global descontrolado tanto regulamentado e não regulamentado por incapacidade administrativa e por descompromisso, mas principalmente por dinheiro. O dinheiro lhe rouba a alma e lhe dá um corpo perecível aos conservantes enladados. O seu meio de perpetuação é o sistema capitalista. O sistema capitalista e as principais instituições dominantes se completam em um sistema semifeudal de manutenção dos meios de produção e de dominação ECONÔMICA e CULTURAL; enfim e em quase todos os aspectos. Coerção imperial e imposição oficial. Difícil viver em um tempo onde não se pode falar sobre CIÊNCIA ou mesmo ATEÍSMO, COMUNISMO, LIBERDADE DE EXPRESSÃO, LIBERDADE de PENSAMENTO, ROCK AND ROLL e SAMBA!! Pecados capitais que o capitalismo impõe à maioria da parte de baixo da PIRÂMIDE SOCIAL. O COMPRAITI (como escreve Compringt??) proibe a reprodução de trechos de LIVROS, CD's, FILMES, MÚSICAS.. consolidando uma barreira da distância à cultura elevando a um verdadeiro MURO entre o POVO e a BIBLIOTECA, CINEMA e FESTIVAIS DE MÚSICA. Os muros da universidades separam os "ILUMINADOS" de um lado e do outro lado marginal O POVO ás vezes criminalizado, mas sempre MARGINALIZADO. A MARGEM É A VERDADEIRA NOVA FRONTEIRA DA CULTURA. É preciso colocar a MARGEM em evidência pro centro ver e MISTURAR sempre. Mistura, mistura, tudo ao mesmo tempo de improviso e mandando ver mesmo sem saber. Brasileiro tem muita gente boa. Isso é Brasil! Ufano-me mas olho para o lado. Nem sempre tudo é bom, nunca tudo é ruim. Com este SISTEMA não vamos a lugar nenhum. A revolução dos tímidos não vai se calar, a revolução dos tímidos já foi calada há muito tempo por todas as imposições, escravismos e forma de VIOLÊNCIA INSITITUCIONALIZADA que o CAPITALISMO impõe à POPULAÇÃO! O SISTEMA REPRIME! Mas também, infelizmente nem todos lerão este manifesto. Desculpe não pedir desculpas. Não acabou porque nunca começou. Não é o fim pois o tempo é o verdadeiro GRANDE NADA que está em todos os lugares. nADA mais a declarar por hoje. No capitalismo se vive um dia de cada vez.
Revolução dos tímidos 1 Infinito com prazo de validade 2 Música pra esquecer 3 vagabundo 4 Revolução dos tímidos 5 Pink e o palhaço 6 Jardim de cogumelos 7 Colhendo cacos na lama 8 Más una canción del amour 9 Ou não.. 10 Lombras opostas 11 Inconseqüente 12 Inconsciente 13 Junk Love 14 Criativo como? 15 (extra) O Jimmy é gente boa 16 (extra) Qual é o problema?
hot dog blues parte 1 De certo um pensamento leve inconseqüente Entre as diversas teorias dos primeiros filósofos Que diziam que o mundo era uma mesa de bar Eu não me lembro o fim da história quando foi começar Será que se eu conseguir voar vou ter de pagar pedágio de avião, hein? Ou será que as nuvens tão travesseiros do século; então, tudo bem.. Vai lá... jardim de cogumelos #2 E certamente eu descobri que não há tempo entender O passado imperfeito e/ao meu futuro lado sentimental
2.4.11
1.4.11
Comprastes?/Criativo como? (compringt?/creative commons?) (música e letra: Zéder) Tão sentimental quanto um porco espinho que não pode abraçar ninguém.. Os vidros do prédio não ouvem o batuque da cultura A ministra não quer tocar batuque de tamborim O almoxarifado da cultura está fechado pro almoço Eu te disse, moço, você sabe o que é tocar o tamborim Eu disse Moço você sabe o quanto é osso; eu te disse, moço Eu te disse, moço. Você sabe como é, você sabe como é.. tocar um tamburim no meio da rua sem ter niguém todo mundo passa, a vida passa cadê Pasárgada? CADE Pasárgada?
Comprastes?/Criativo como? (compringt/creative commons?) (música e letra: Zéder)
Tão sentimental quanto um porco espinho que não pode abraçar ninguém..
Os vidros do prédio não ouvem o batuque da cultura
A ministra não sabe tocar um batuque de tamborim
O almoxarifado da cultura está fechado pro almoço
Eu te disse, moço, você sabe tocar o tamborim
Eu disse Moço você sabe o quanto é osso
(eu te disse, moço) Você sabe como é
Eu te disse moço, o batuque do tamburim
você sabe como é tocar um tamburim no meio da rua sem ter ninguém
todo mundo passa, a vida passa, ninguém passou por mim
não pertenço nada aqui, cadê parásgada? Venderam as minhas tralhas..
Comprastes?/Criativo como? (compringt/creative commons?) (música e letra: Zéder)
Tão sentimental quanto um porco espinho que não pode abraçar ninguém..
Os vidros do prédio não ouvem o batuque da cultura
A ministra não sabe tocar um batuque de tamborim
O almoxarifado da cultura está fechado pro almoço
Eu te disse, moço, você sabe tocar o tamborim
Eu disse Moço você sabe o quanto é osso
(eu te disse, moço) Você sabe como é
Eu te disse moço, o batuque do tamburim
você sabe como é tocar um tamburim no meio da rua sem ter ninguém
todo mundo passa, a vida passa, ninguém passou por mim
não pertenço nada aqui, cadê parásgada? Venderam as minhas tralhas..
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