me parece tão filosófico o tempo de vida de um palito de fósforos ou o ponto de vista um copo de água em cima da mesa tendo uma garrafa vazia na geladeira, ou flores arrancadas simbolizando o amor.. quando penso que quando observo coisas elas talvez não olham mais para mim e eu me sinto sempre o mesmo como agora ou quando eu me importava com estas coisas.. um copo meio vazio sem obrigação de me embriagar todas as noites em que volto para casa sozinho, smepre o mesmo caminho. perguntas bôbas e lágrimas por nada, apenas cisco no olho. me encontre em total relatividade na esquina de nenhum acontecimento e eu te pergunto talvez, decerto que as coisas ainda são as mesmas quando não as vejo, ou ainda assim uma frase sem sentido no meio do texto. mas era justamente o erro. o que seria do nada sem ter onde pousar. talvez o mesmo que seria civilização se todos nós comêssemos com a mão. sim. todos sombras e luzes esperando um final.20.5.08
me parece tão filosófico o tempo de vida de um palito de fósforos ou o ponto de vista um copo de água em cima da mesa tendo uma garrafa vazia na geladeira, ou flores arrancadas simbolizando o amor.. quando penso que quando observo coisas elas talvez não olham mais para mim e eu me sinto sempre o mesmo como agora ou quando eu me importava com estas coisas.. um copo meio vazio sem obrigação de me embriagar todas as noites em que volto para casa sozinho, smepre o mesmo caminho. perguntas bôbas e lágrimas por nada, apenas cisco no olho. me encontre em total relatividade na esquina de nenhum acontecimento e eu te pergunto talvez, decerto que as coisas ainda são as mesmas quando não as vejo, ou ainda assim uma frase sem sentido no meio do texto. mas era justamente o erro. o que seria do nada sem ter onde pousar. talvez o mesmo que seria civilização se todos nós comêssemos com a mão. sim. todos sombras e luzes esperando um final.
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana