praticamente, crises literárias
Gosto das minhas crises literárias, até invento algumas para me refletir sobre o que eu escrevo, são tão mais fáceis de se ter.. Digo 'para me refletir' assim mesmo, e não 'para refletir' pois o que eu escrevo não sou eu diretamente mas o mundo que vejo pelos meus olhos e eu os vejo, e as pessoas que vêem me dizem o que é e eu me vejo no que outros vêem sobre o que eu ví. Como quem procura ver a nuca com dois espelhos. Diários, literatura ou mistérios? Leio alguns, alguns me lêem e somos basicamente os mesmos lendo uns aos outros como macaquinhos que catam piolhos entre si, como uma sociedade alternativa onde há tanto o incentivo mútuo quando a necessidade de incentivo pelo próximo, e a doce omissão sobre o que não gostou do outro. enfim, nada demais, morfina, e ao mesmo tempo sublime e espetacular. ..até brinco de escrever, brinco de dizer nada a perder, a regra da exceção, o drible da vaca, o milagre da flor, esconde-esconde.. sem culpa, sem fundo, sem moral, sem pedra fundamental. há quem ache que estou me abrindo, na verdade é o que eu vejo delas, escrevo elas e eu também no mesmo texto, não me abro sempre quanto parece ou me abro justamente quando acham que eu era outro. Me realizo nos leitores e por quem sabe da distância que é da primeira letra sobre o espaço em branco e a eternidade do clique do botão publicar. Nada de mais, nada além, sem grandes novidades sensacionalistas ou falsas perspectivas. Crises apenas na minha cabeça, nem é de verdade, e eu tentando reinventar a roda inclusive agora em confissões, sem culpa, posso até rascunhar o diário de alguns dias, desde que não se torne uma remota rotina.
Gosto das minhas crises literárias, até invento algumas para me refletir sobre o que eu escrevo, são tão mais fáceis de se ter.. Digo 'para me refletir' assim mesmo, e não 'para refletir' pois o que eu escrevo não sou eu diretamente mas o mundo que vejo pelos meus olhos e eu os vejo, e as pessoas que vêem me dizem o que é e eu me vejo no que outros vêem sobre o que eu ví. Como quem procura ver a nuca com dois espelhos. Diários, literatura ou mistérios? Leio alguns, alguns me lêem e somos basicamente os mesmos lendo uns aos outros como macaquinhos que catam piolhos entre si, como uma sociedade alternativa onde há tanto o incentivo mútuo quando a necessidade de incentivo pelo próximo, e a doce omissão sobre o que não gostou do outro. enfim, nada demais, morfina, e ao mesmo tempo sublime e espetacular. ..até brinco de escrever, brinco de dizer nada a perder, a regra da exceção, o drible da vaca, o milagre da flor, esconde-esconde.. sem culpa, sem fundo, sem moral, sem pedra fundamental. há quem ache que estou me abrindo, na verdade é o que eu vejo delas, escrevo elas e eu também no mesmo texto, não me abro sempre quanto parece ou me abro justamente quando acham que eu era outro. Me realizo nos leitores e por quem sabe da distância que é da primeira letra sobre o espaço em branco e a eternidade do clique do botão publicar. Nada de mais, nada além, sem grandes novidades sensacionalistas ou falsas perspectivas. Crises apenas na minha cabeça, nem é de verdade, e eu tentando reinventar a roda inclusive agora em confissões, sem culpa, posso até rascunhar o diário de alguns dias, desde que não se torne uma remota rotina.
Um bom poema é aquele que nos dá a impressão de que está lendo a gente ... e não a gente a ele! - Mário Quintana

Se todos usassem a expressão " me refletir"..........Acredito aí até no fim das guerras........E na paz!.........Refletir sobre o externo nem sempre dá resultados, antes o interior de cada um.........
ResponderExcluiradorei esse texto!
Se todos usassem a expressão " me refletir"..........Acredito aí até no fim das guerras........E na paz!.........Refletir sobre o externo nem sempre dá resultados, antes o interior de cada um.........
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