29.6.11

o fim do nada é o início de tudo..

somos pseudoscult e não lemos os nossos proprios livros
somos releituras pioradas de nossas próprias obras
somos refrões grundentos em nossas músicas populares
somos a crítica acrítica, elogiando a nós mesmos. somos nada.

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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana