18.2.08

tudo, nunca e o nada, ou de repente solidão.
pouco tempo para decidir entre o óbvio e o utópico
mudança repentina de todos os planos, e não,
talvez por isso tudo nunca dá certo. nada sempre.
tão engraçado quando rir de si mesmo. sem graça.
nada me atinge, também não tenho arriscado.
não me vejo no que sou, definitivamente não. e.

o eterno e o infinito.
como um poderá ser
ele mesmo sem ser
o outro?

2 comentários:

  1. eu odeio conceitos.

    obrigada por voltar a escrever.
    tava sentindo falta :*

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  2. rsrs

    acredita que eu tava pensando nisso? ..verdade, é deveras piegas.. mas não resití, foi uma idéia que tive ao atravessar a rua.

    Talvez eu não tenha conseguido me expressar aqui, mas a idéia é fantástica, veja:

    premissa: "o infinito tem um prazo de validade pq já deveria ter existido"..

    argumento alucinante: Mas como pode existir algo que não pode mais existir? Ou seja: que status quo universal é esse de que não se pode mais inventar algo infinito? se não pode nascer, então como poderá ser? é uma dúvida que coloca em risco nossa própria existência kkkkkkk' será que estou escrevendo isso ou sou só uma ilusão? kkkkkkkkkkk''

    Zéder', um delírio.. kkk'

    tanks :)

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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana