e eu não sei fazer samba e perco para qualquer um que atravessa a rua com menos de dois pensamentos.
qualquer idéia de um lugar em um sonho me traz a vaga sensação de que nunca estarei lá.
se for amanhã não haverá quem te diga o que pensa.
a porta dos fundos não é mais do que apenas uma janela no chão.
entre promessas e flores murchas.
quem tem o mundo tem apenas o seu nome.
preciso me concentrar em qualquer coisa que não tenha nome.
se me perco entre os meus erros e os vejo a se repetirem cada vez mais. tanta tendência, nada sem palavras.
futuro que não passa por aqui.
das horas, eu tenho uma lembrança de quando eu não tinha nada dizer e mesmo sabendo que você não gosta de usar relógio, era uma forma de dizer e levantar os olhos mesmo assim.
daqui debaixo eu via o céu, ví a luz eu ví você se abrir pra mim. era um filme em preto e branco, era porque acabou.
tanta coisa não entendo como a graça de tomar chá sem açúcar, usar saltos desconfortáveis ou um sorriso forçado na mesa de jantar, algumas delas prefiro pensar que não sei outras prefiro nem lembrar
me perco todo e precisei de mais tempo para saber o que eu gostaria tanto de dizer. eu ainda não sei pronunciar o seu nome.
olho pela janela com pouca profundidade como se fosse espelho, eu tinha cabelos brancos e você não se importa tanto assim sobre qualquer coisa filosófica.
quem tem o mundo tem apenas o seu nome.
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Olá!!!
ResponderExcluirRecebi a autorização via-email p'ra poder ler teu blog e vim aqui conferir. Fiquei muito feliz em encontrar um blog poético e de um pensamento firme. Gosto imensamente de blogs assim, com bela escrita.
Parabéns!
Beijos
www.lizziepohlmann.com
se quem tem o mundo tem apenas o seu nome eu vejo que não tenho nada.
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