17.5.12

nascer, perder..


Acordar para o mundo, sonhar, abrir a porta. Durante os anos que se passaram a ausência de pensamento em todos os tempos nos faz pensar que continuamos os mesmos pedaços de humanidade a desfilar os mesmos defeitos na calçada do mundo de todos os tempos. Estamos precisos ao duvidarmos quando à nossa única certeza ser justo a incerteza. Uma existência que se baseia na própria falta de si mesmo, como se conseguíssemos não tentar decifrar a natureza e tentar fazer parte dela sem mudar. Impossível não notar um mundo que habita em nossas mãos e nós na mão da natureza.