Acordar para o mundo, sonhar, abrir a porta. Durante os anos
que se passaram a ausência de pensamento em todos os tempos nos faz pensar que
continuamos os mesmos pedaços de humanidade a desfilar os mesmos defeitos na
calçada do mundo de todos os tempos. Estamos precisos ao duvidarmos quando à nossa única certeza ser justo a incerteza. Uma existência que se baseia na própria falta de si mesmo,
como se conseguíssemos não tentar decifrar a natureza e tentar fazer parte dela
sem mudar. Impossível não notar um mundo que habita em nossas mãos e nós na mão da natureza.
17.5.12
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