12.2.12

EXPERIÊNCIA POPULAR
(música e letra: Eder L.C. Borborema)

De certo um pensamento leve e inconsequente
entre as diversas teorias dos primeiros filósofos
que diziam que o mundo era uma mesa de bar
e não me lembre o fim da história onde foi começar

Será se eu conseguir voar vou ter de pagar
pedágio de avião, hein?
Ou será que as nuvens, tão travesseiro do século,
descansam um breve leve sono sobre porta-aviões?

Será que eu vou conseguir sair desta viagem inversa?
Eu tenho tanto medo de avião..
Engarrafamento era tão modernidade..
Foi por medo de errar que deixei de ser livre.

Eu me lembro bem quando deveria esquecer,
invento partituras de silêncio pra tentar entender
que o futuro é o som que as nuvens fazem
conversando com o vento no ar.

Quando você pensa que estava parado
mas depois se percebe estar do outro lado
O céu era sempre um sonho de uma luz sem fim
ou distante do chão, então..

Flores que me lembram quando tento esquecer,
vejo que as cores brilham sobre o chapéu do céu e um arco
iris solto de baixo de uma chuva breve de manhã bem cedo..
Flores que me entendem quando tento esquecer.. (eu me lembro bem..)

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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.

- Mário Quintana