destinos
morava em um bunker,
no meio de uma placa tectônica
ambundante em água e
tecnologia antiterremoto
não passava em baixo de escadas
e medo de gato preto
não saiu ao sol
morreu de asma..
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..partitura de silêncios e ruídos, infinito com prazo de validade, cicatrizes e tatuagens, linhas tortas, junk love, cartas para o futuro, vã filosofia, vida em nuvens, cotidiano atemporal, devaneios sobre o fim do mundo, a fé dos desesperados, segredos de liquidificador, universo independente, displicente rascunho de palavras ao vento, anti-contrainformação informal, possíveis destinos da chuva e a anti-matéria. Dormir, talvez sonhar..
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Quem faz um poema abre uma janela
Respira, tu que estás numa cela abafada,
esse ar que entra por ela.
Por isso é que os poemas têm ritmo
— para que possas, enfim, profundamente respirar.
Quem faz um poema salva um afogado.
- Mário Quintana