27 de fevereiro de 2011
tempo das nuvens, cores astrais. nunca volte sozinho pra casa para sempre, disse a ela em um dia a mais em suas vidas e pensava no que dizia depois de dizer. junk love #357 parte 1. todo mundo tem sempre alguém esperando na esquina e amar para sempre um amor monogâmico existencial. acontece que a limitação ao tempo é uma poesia que nunca devia rimar. poema utópico que ainda nos consola bebido em música às quais lhes recai sobre algum de nós e essa parte, prefiro sem saber dizer que sou eu e a outra parte prefere não saber dessas coisas e sobre isso então não me importam mais nenhumas frases de impacto, amém. então foda-se para sempre o destino agora e depois também pra você, antes. fim do mundo, 27 de fevereiro de 2011
tempo das nuvens, cores astrais. nunca volte sozinho pra casa para sempre, disse a ela em um dia a mais em suas vidas e pensava no que dizia depois de dizer. junk love #357 parte 1. todo mundo tem sempre alguém esperando na esquina e amar para sempre um amor monogâmico existencial. acontece que a limitação ao tempo é uma poesia que nunca devia rimar. poema utópico que ainda nos consola bebido em música às quais lhes recai sobre algum de nós e essa parte, prefiro sem saber dizer que sou eu e a outra parte prefere não saber dessas coisas e sobre isso então não me importam mais nenhumas frases de impacto, amém. então foda-se para sempre o destino agora e depois também pra você, antes. fim do mundo, 27 de fevereiro de 2011







